12 agosto 2012

Um gole de café


Basta-me um gole de café. Começo a escrever sem destino definido, sem pretensões, sem significado ou perspectiva de conclusão. A construção de sentenças se torna difícil, a inspiração falha e não há tema em foco para estruturar um bom texto. Ou, pelo menos, um texto coerente. Não parece haver motivo para escrever. Mesmo assim forço um contexto inexistente.  Escrever sobre não ter o que escrever é demais clichê. Afinal, muitos já o fizeram. Na realidade, há algo a ser dito. Somente está camuflado numa escrita de não saber o que dizer. Soa confuso, e é tanto quanto os pensamentos que anseiam respirar, mas não conseguem alcançar a superfície. Não conseguem... por enquanto.  

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